sábado, 6 de setembro de 2014

Uma ação contínua em prol desta igreja.


           A Bíblia em Hebreus 10.25 diz: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns.” E lemos em Mateus 28.19: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações”. Estes dois versículos nos levam a pensar em vários aspectos fundamentais. Aqui destacaremos dois. O primeiro é quanto a nossa negligência evangelística e a negligência quanto à comunidade eclesiástica a que fazemos parte. O segundo aspecto é o quanto perdemos em potencial ao deixarmos escapar as oportunidades acima mencionadas.
                Mas pensemos primeiramente quanto a negligência: Jesus disse simplesmente que temos o dever de anunciá-lo às pessoas. Infelizmente, na tentativa de ter o nosso ego preenchido e satisfeito, buscamos viver a nossa religiosidade para nós mesmos e nunca pensamos no outro. Esta nossa postura , afeta a forma de agirmos em relação à igreja que fazemos parte. Por exemplo: quando deixamos de congregar, perdemos por não estar com pessoas que professam a mesma fé que temos e quando buscamos outras comunidades para satisfazer o nosso ego, esta busca dará a resposta da altivez do nosso culto a nós mesmos e não a Deus. Infelizmente, a maioria das pessoas faz isto até sem perceber.
                O segundo aspecto é que essa atitude, gera prejuízos para o Reino de Deus. Pense: se valorizarmos o nosso culto e nossa Escola Dominical, teremos o culto e a Escola Dominical mais agradáveis. Se fizermos a nossa parte na evangelização, terão mais pessoas ao nosso lado para juntos adorarmos a Deus. O resultado disto é que a nossa igreja crescerá em todas as áreas. Assim poderemos expandir a nossa ideia às pessoas, realizar mais projetos sociais, investir em maior conforto para nós e nossos filhos, ter mais grupos familiares com outros líderes de grupo, adquirir melhores materiais didáticos para as crianças, investir em mais pessoas, abrir novos trabalhos, melhorar a qualidade do som e muito mais. Assim, vamos ir muito além do que imaginamos. 
                Uma ação em prol da igreja que é a nossa igreja, vale muito! Uma ação contínua em prol desta igreja vale ainda mais. Sendo assim, não pare jamais de trabalhar em prol do Reino de Deus neste lugar. A nossa ação continuada junto com a ação dos outros, tendo o mesmo propósito, será simplesmente imbatível.
Juliano Costa de Souza

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

O presente ideal

Com o dia dos pais se aproximando, passei a última semana pensando na relação de pai e filho. É claro que por mais destoante que seja as formas diferentes de pais se relacionarem com seus filhos o que mais se destaca em minhas lembranças em relação à convivência com o meu pai é justamente o relacionamento do dia a dia. Então comecei a indagar: Qual seria o presente ideal de um pai para o filho? Um presente que daria orgulho do filho ligar para o pai no “dia dos pais” e realmente dizer que o ama. Seria um computador, um jogo eletrônico, um carrinho?... Depois de rememorar a minha infância, posso afirmar que nada é tão intenso quanto à ação. O melhor presente, portanto é “fazer”. Eu até tentei pensar em um presente, mas descobri que não tem a mesma força do fazer. Ainda que eu me lembre do carrinho “vai e volta”, do “caminhão de madeira” e tantos outros presentes, nenhum deles foi tão bom quanto ir com meu pai para a beira do rio nadar, sair com ele de bicicleta e com ele lavar a caixa d’água, subir em cima da casa, ir para o trabalho, viajar, jogar bola, empinar pipa, brincar de carrinho feito de vela e carretel, assistir um esporte na TV ou no estádio... Eu até “compreendo” os pais que dão presentes para os seus filhos tentando cumprir o dever e assim quem sabe ser o melhor pai do mundo, mas nada será tão intenso e verdadeiro do que o fazer. Para o filho, o que importa de fato não são os presentes, mas sim o pai ser ele mesmo o presente do filho. Basta demonstrar que está disposto a fazer um gesto simples, porém valioso. Um gesto que dirá que o filho é completamente importante.

By Juliano Costa de Souza

PREGADOR A CADA DIA

Nós cristãos somos anunciadores da Palavra de Deus, mas vale ressaltar que bem mais importante que nossas palavras, é a nossa vida. Isto significa que muito mais que falar sobre Jesus, nós testemunhamos a Cristo e isto é muito relevante. Ainda é pertinente destacar que a nossa fala como anunciador da Bíblia terá bem mais valor quando estiver de acordo com o que vivemos. É necessário, portanto, que a evangelização faça sentido ao comunicador e ao ouvinte do Evangelho que são as notícias a respeito de Jesus.
O grande filósofo Aristóteles disse algumas verdades sobre a comunicação que é útil para todos nós. Ele apresenta três palavras de grande relevância: a primeira é o “caráter”, chamado pelo filósofo de (ethos). A partir desta expressão, afirmo que o anunciador da palavra de Deus, precisa demonstrar com a própria vida o caráter das palavras anunciadas. A integridade deve ser vista, isto é; nós cristãos devemos testemunhar com a própria vida. Aristóteles apresenta outra palavra que é (Pathos) que é “paixão”. A paixão com a qual anunciamos a Bíblia é importante, pois demonstra a convicção apaixonada de que tudo que está sendo anunciado é algo de fato bom e transformador. é viver a cada dia, ao anunciar a Palavra, o ardor apaixonante do amor por Cristo Jesus com temor e alegria. É demonstrar com brilho nos olhos a importância e valor da Palavra de Deus. E por fim, Aristóteles trabalha a questão do (logos) isto é; o conteúdo: é este que gera mudanças comportamentais e espirituais. O conteúdo (a Bíblia) que temos para anunciar por si só já é relevante, e, portanto, não deve ser de modo algum desprezado, mas usado com muita qualidade. Devemos, então, ler para termos conhecimento do que a Bíblia diz, não apenas ao pregador de cada culto, mas ao pregador de cada dia, isto é; todos nós.

Juliano Costa de Souza.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

ENCHA O CORAÇÃO DE ESPERANÇA.

Algum tempo atrás, li uma reportagem científica intitulada: “Cientista diz que filmes de terror fazem cérebro reviver experiências ruins”. Achei isto muito interessante, pois fica claro que ao fixar os olhos e pensamentos em situações ruins ou em realidades que geram medo, os momentos difíceis da vida voltam à tona.

Seguindo esta linha, tenho encontrado muitas pessoas que vivem a “síndrome do Hardy Har Har” que dizia sempre: "Ó vida, ó céus, ó azar..." parece-me que sempre estão revivendo, a partir do conceito pessimista de vida, o que é ruim para si e nunca tem uma palavra de otimismo e ânimo.

Este modo de viver caminha contrário às palavras de Jesus que diz: “eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” João 10.10. Por isso gosto muito do que canta Kleber Lucas; “viver é a melhor coisa do mundo”. Tanto que a salvação é apresentada a nós nas palavras de vida, viver eternamente no céu e ainda sabemos que Jesus é a fonte de água viva.

O profeta Jeremias quando vivia um momento difícil, deixou uma palavra muito significativa. Ele dizia que os problemas vinham à mente de modo muito forte, mas logo a seguir disse: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.” Lamentações 3.21. Era esta a luta do profeta, preferia escolher pensar na esperança.

Portanto, quero dizer-lhes que vale a pena encher o nosso coração de esperança. Quando enchemos nosso coração com a presença de Jesus, mesmo com dificuldades, nos enchemos de esperança. E se uma dica vale, para o nosso próprio bem e para o bem dos que convivem conosco, não seja um Hardy Har Har e nem invista naquilo que traga à memória o que tire sua esperança.

Estamos quase iniciando o último mês do ano... Que bom! Desde já, desejo a você boas festas com muita esperança tendo Jesus em seu coração!

by Juliano Costa de Souza

Reclamar é fácil, e louvar?

É difícil encontrar pessoas dispostas a encarar grandes desafios, mas é muito fácil encontrar pessoas dispostas a reclamar. Pode-se fazer o teste na fila do banco. Basta começar reclamar da demora que você se torna popular e muitas pessoas estarão prontas a ajudá-lo na tarefa de falar.
Quero, a partir dos conceitos do Salmo 150, apresentar uma nova alternativa que é a do louvor. É um salmo de alegria, é um salmo musical que forma uma verdadeira orquestra de vida em louvor a Deus. A expressão “Aleluia” marca o seu início e fim. De modo que a essência apresentada é o louvor a Deus. Logo após a primeira expressão, o Salmo nos mostra que Deus é extremamente grande e no alto lugar, está pronto a receber o louvor como se lê: “Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder”.
Após isto, descobrimos que o salmista, faz um alerta mostrando os motivos para o louvor a Deus. “Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante a sua muita grandeza.” Deus realiza feitos extraordinários e por isso é merecedor de receber louvores, sem deixar de destacar a Sua grandiosidade.
Ao chegar à parte central do salmo, depara-se com a prática para o dia a dia e é aqui que chamo sua atenção, pois o texto apresenta bem mais que uma maneira adequada para o louvor a Deus. Existe uma relação de instrumentos musicais e poderíamos limitar as palavras da poesia dizendo que o louvor se dá quando cantamos e tocamos, mas ouso dizer que é bem mais que isto. Para perceber, é necessário observar a utilização de cada instrumento mostrado aqui. O som da trombeta era para as guerras, o saltério e a harpa utilizados para acompanhar o canto, adufes e danças era a representação das festas, os instrumentos de cordas e as flautas eram instrumentos para se ouvir e os címbalos novamente lembram as festas feitas ao Senhor Deus. Com isto, fica claro que se deve louvar a Deus, isto é; ter um coração agradecido em todo lugar, em todo tempo e em toda circunstância. Seja nas guerras ou provações, nas festas ou encontros familiares, nas igrejas ou em nosso cotidiano, podemos e precisamos louvar a Deus.
Por fim a poesia destaca que todos necessitam desenvolver esta característica de louvar a Deus quando diz: “todo ser que respira louve ao Senhor”.

by: Juliano Costa de Souza

Um minuto de fúria, uma vida de lamento.

"Contar até dez" é a dica popular mais comum para não ter um ataque de fúria.

A fúria é extremamente forte, egoísta, irracional e corajosa, por isso que um minuto de fúria, pode provocar destruição. Não são poucos os exemplos de pessoas que ao ficarem iradas, destroem bens materiais, fere o próximo e chega ao ponto de até tirar vidas. Encontramos pessoas transtornadas no trânsito, no trabalho e até na própria casa.
A ira irracional é como um fogo destruidor e por vezes a Bíblia trata a ira desta forma narrando sobre uma ira que se acende. Mas a Bíblia não diz para não irarmos, pelo contrário, a Bíblia está preocupada com o nosso bem estar e por isso, o ensinamento tem a ver com o que de fato merece nossa ira. No Salmo 4.4 lemos: "Irai-vos e não pequeis; consultai no travesseiro o coração e sossegai." É exatamente por isto que iniciei estas poucas palavras relembrando a velha dica, contar até dez é a ideia expressa no versículo acima ao dizer para "consultar" e "sossegar".
Quando algo fora do comum tirar você do sério, vale perguntar: quem perde mais com minha ira insana, eu ou o outro? Normalmente o irado acaba derrotado no final. Vale mesmo perguntar: o que merece a sua ira? Uma esbarrada no trânsito ou tanta gente passando fome? Uma atitude do cônjuge que te desagradou ou tantas crianças abandonadas? As pequenas situações que nos iram exacerbadamente, devem ser resolvidas com diálogo, maturidade, inteligência, amor, razão e nunca com solavancos, assim como procuramos solucionar as outras questões de âmbito maior.
Não estou dizendo para você nunca ficar irado, estou dizendo para você considerar que toda ira repentina não acrescenta nada, pelo contrário, só serve para destruir e magoar pessoas, principalmente você mesmo. Lembre-se que um minuto de fúria pode proporcionar uma vida de lamento.


By Juliano Costa de Souza

ERROS QUE GERAM CRISES FAMILIARES.

Tão logo se deu a instituição familiar registrada em Gênesis 2.24 apareceram as crises familiares. O mundo desenvolveu, as pessoas se tornaram extremamente capacitadas, mas nunca encontraram uma solução definitiva para as crises familiares e crises sempre machucam. Escrevo este texto para contribuir um pouco com todo casal que deseja investir no próprio lar.

Olhando o terceiro capítulo de Genesis, podemos notar alguns erros que geram crises familiares, por isso vale muito compartilhá-los aqui para quem sabe melhorar a vida conjugal dos casais.

O primeiro erro é dar ouvido ao inimigo. Foi exatamente isto que Eva e logo depois Adão, fizeram; deram ouvido ao que a serpente dizia. Muitos lares são destruídos quando maus conselhos começam ser admitidos pela família. As Drogas, bebidas e farras que normalmente são estimulados por falsos amigos, geram crises dolorosas dentro de uma casa. A grande questão do mau conselho é que o valoroso não é nunca ouvir, pois isto é impraticável, mas é resistir não dando ouvido.

Existe outra questão aqui. A serpente aproximou-se de Eva não apresentando algo ruim, embora fosse, a sagaz serpente apresentou colocando uma dúvida no coração de Eva. Veja as palavras: “É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal.” Do mesmo modo que as drogas entram na vida de um lar, é sempre apresentada como algo mascarado e gerando a sensação de uma novidade boa.

Outro erro que gera crise no lar é compactuar com o erro. Eva ouviu a serpente e apresentou as palavras a Adão e este compactuou com a situação e ambos comeram. A família não pode ficar calada com o erro dentro do lar. Este é um problema sério, pais subestimando a capacidade pecadora dos filhos e não os corrigem, mas passam a mão. Se existe um erro, o correto é resolver juntos, a questão.

Pais vão formando um caráter duvidoso nos filhos ao longo dos anos com atitudes aparentemente irrelevantes. “Diga que eu não estou”, “não fale pra sua mãe que nós estivemos aqui”, um manda e outro desmanda, ao ingressar os filhos na universidade, para conseguir uma bolsa de estudos, é fácil, basta omitir a verdadeira renda e assim por diante. Não são destas espertezas que o mundo precisa, pois é justamente isto que tem formado uma sociedade egoísta e pronta a levar vantagem em tudo. Pode não parecer, mas isto é destrutivo para os lares e geram crises terríveis ao longo dos anos.

Por fim, chegamos ao terceiro erro gerador de crises familiares que é uma realidade muito comum de ser vista quase diariamente. Apontar o erro do outro afirmando ser este a causa de tudo que está ruim. Adão tão logo foi confrontado por Deus, achou ter escapado ao dizer; “foi Eva, a mulher que me deste”. Semelhantemente Eva apontou para a serpente culpando-a de toda crise que começava a se instalar. Infelizmente, esta tem sido a prática de muitos casais hoje, pois temos a facilidade de ver o pecado do outro e o nosso sempre é reduzido de gravidade. Dizer que a culpa dos filhos desobedientes é do outro, a culpa da discórdia é do outro e sempre culpar o outro é pura falta de maturidade e geram crises profundas nos lares. Precisamos ser de palavra e assumir a parcela de culpa em qualquer que seja a crise familiar.


Enfim, certamente você que agora lê estas palavras deve estar pensando em seu lar refletindo nos acertos e nos erros. O ideal é ter consciência destes erros que geram crises e procurar afastá-los para longe do lar. Por mais que num primeiro momento, possa ter a sensação de estar perdendo e ter o ego ferido, afirmo que no fim, valerá a pena.


By Juliano Costa de Souza

DE ONDE VEM A RESPOSTA CERTA?

Nossos planejamentos ainda que somente no pensamento, são como um presente para o desenvolvimento de nossa vida e assim, vamos ao longo da nossa história, desenvolvendo projetos e alcançando os sonhos.

É interessante notar que somos como um caldeirão com água no fogo, pois em nossa cabeça passa um turbilhão de ideias e muitas fascinantes, mas sabemos pela razão que nem todas podem ser colocadas em prática, pois corremos o risco de nos perdermos ao logo das borbulhantes ideias.

Entretanto, para você que anda meio perdido no que fazer e se encontra num labirinto dos próprios sonhos, vale lembrar o que diz em provérbios 16:1 “O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do SENHOR.”

Diante disto e se o seu desejo é encontrar uma resposta segura para suas ansiedades, você precisa entregar os seus sonhos, desejos e projetos nas mãos de Deus para que você ouça a resposta certa e assim não se perca ao longo da caminhada diária.

Davi disse assim no salmo 5.3 “... de manhã te apresento a minha oração e fico esperando.” Não significa permanecer de braços cruzados aguardando uma palavra mirabolante dizendo: eis a resposta... Significa que antes de qualquer realização e decisão em sua vida basta simplesmente compartilhar com Deus e interceder por seu auxílio.


By Juliano Costa de Souza

Tempo de sequidão

Nestes últimos dias, a frase que mais tenho ouvido no início de uma conversa é: “estamos precisando de chuva”. Estamos imersos em uma sequidão muito grande, tanto que muitos já brincam: “choveu?” “Só gotas de poeira”.

Mas ao observar as pessoas, detecto uma sequidão ainda pior que esta. Estou falando da nuvem de pó que passa nos corações das pessoas promovendo intrigas, ódios, medos e uma infinidade de anseios e desejos.

Há muitos anos, uma mulher experimentava desta sequidão, ela de fato vivia uma espiritualidade ressacada. Neste ínterim, teve um encontro, inusitado. Era uma Samaritana a beira de uma cisterna retirando água. Embora pudesse contar com um poço de água para saciar sua sede física, era uma mulher com uma terrível sede espiritual e emocional. No encontro que ela teve nesse dia, descobriu que existe uma fonte de água capaz de saciar a sede da alma lavando a imensa nuvem de poeira. No encontro a Samaritana pôde ouvir um homem que mudaria a sua vida, pois ela conversou naquele dia com aquele que é a fonte de água que sacia a sede espiritual.

Chama-me a atenção duas expressões pronunciadas por ela após este encontro. A primeira quando ela disse: “vinde comigo e vede um homem... ... será este o Cristo?” E depois desta pergunta estimulando as pessoas de sua cidade conhecê-lo também, disse: “... este é verdadeiramente o Salvador do mundo.”

A samaritana já sabia que o Cristo viria, mas só teve sua sede espiritual saciada quando teve um encontro com Ele. O mundo hoje sabe que Cristo veio, mas só terá a sede interior saciada, se tiver um encontro com Jesus.

A Samaritana ao lado de uma cisterna na metade do dia encontrou Jesus e saciou sua sede interior. Você precisa saciar sua sede também? Não importa onde você esteja neste momento, basta crer em Jesus como o único que pode fazer isto por você!


by Juliano Costa de Souza

Nossas mãos.

Como é maravilhoso poder usar as mãos, é com elas que realizamos grande parte de nossas tarefas. Lavamos louça, brincamos, apertamos o minúsculo parafuso, seguramos a caneta... Veja as suas mãos, já as usou hoje? Há pessoas que usam as mãos para tirar a vida do outro, para machucar alguém, para escrever palavras que não tem valor... Você já usou suas mãos hoje? Tem pessoas que infelizmente gostariam de usar as mãos, mas um acidente, ou doença as impossibilitam, certamente queriam usar as mãos para fazer um carinho no filho, para escrever uma carta a um amigo... Você já usou suas mãos hoje? Com as mãos acenamos, cumprimentamos num forte aperto de mãos, perguntamos: tudo joia?... E você, o que faz com suas mãos? Jesus, assim como nós, usou as mãos, mas diferentemente de muitos de nós, Jesus escolheu usar as mãos para abençoar o outro, para acalentar o outro, para ajudar o outro. Embora tivesse sido inúmera as vezes que Jesus agiu assim, uma das vezes que Jesus usou as mãos, ficou marcada na história. Jesus ofereceu as suas mãos para ser cravada na cruz. Os pregos marcaram as mãos de Jesus, mas o sangue derramado lá na cruz pode marcar a sua vida para sempre, fazendo de você uma pessoa renovada, pessoa feliz... Neste momento as mãos marcadas de Jesus estão estendidas chamando você. O que você está fazendo com suas mãos? Não as deixe ocupadas de mais a ponto de impedir você segurar nas de Jesus.


By Juliano Costa de Souza

Deus não me atendeu, estou contrariado.

Existe uma forte tendência em nós, achar que sabemos e que somos mais que Deus.

Certamente você deve estar pensando nestas palavras e talvez até espantado possa retrucar: - Como assim? Eu nunca pensei saber mais que Deus! - Nem se quer, passou pela minha cabeça.

Eu questiono: - não mesmo? - E quando não aceitamos a resposta de Deus e ficamos bravos, não estamos indiretamente dizendo: Deus, não é assim, é desta forma? - E quando não oramos com humildade e submissão, mas ao contrário, ousamos dizer: eu declaro que já é seu ou meu; não estamos indiretamente dizendo que Deus, não tem outra opção, a não ser nos atender como estamos pedindo?

A pura verdade, é que quase sempre, ao sermos contrariados por Deus, ficamos efetivamente bravos e afirmamos para Deus: não poderia ser desta forma.

Será que o melhor que eu penso e desejo é de fato o melhor? Deus deveria ter feito e respondido como eu penso mesmo?

O personagem bíblico, Paulo, foi contrariado por Deus, pois havia pedido e a resposta de Deus foi diferente de sua petição. Deus respondeu: “a minha graça te basta” (confira II Co 12.8-9).

Fica difícil saber exatamente o que Paulo pensou com esta resposta, mas fica fácil saber que para Paulo, a graça de Deus foi o que bastou.

Nenhum escritor bíblico falou tão profundamente sobre a “Graça” como Paulo, este percebeu que a salvação em Cristo Jesus é de graça e pela graça de Deus. Conforme Paulo mesmo afirmou: “no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça” (Efésios 1.7).

Talvez você esteja contrariado com Deus desta forma, mas quero lhe dizer que Deus conhece o que não conhecemos e vê o que não vemos. Independente de qual seja a sua petição, saiba; quando Deus responde diferente, Ele está sendo verdadeiro e bondoso. Entregue sua vida aos cuidados deste Deus que nos atende melhor que as nossas petições.

By. Juliano Costa de Souza 

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Amor incondicional

“Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3.16.

Encontramos neste versículo uma maravilhosa expressão de amor. Está em destaque não apenas em palavras, mas em uma ação que fora praticada por Deus. Nas primeiras palavras, o amor de Deus para com as pessoas já é anunciado. É interessante pensarmos um pouco sobre isto, pois o ser humano tem necessidade de amor, mas por outro lado, as pessoas têm muita dificuldade em amar, pois são egoístas e não têm muita disposição em amar o outro. Normalmente, ama-se impondo condição, mas em relação ao amor de Deus, o versículo mostra que não é condicional.

A prova disto é a continuidade do versículo. Deus amou a ponto de dar o seu Filho Jesus para vir ao mundo e bem mais que morrer na cruz, vir ao mundo e renunciar a mais alta glória, vir ao mundo e passar por muitas dificuldades, vir e ser tentado, vir e ter necessidades, vir e ser zombado, vir e chorar, vir e sentir saudade, vir e ter que levar os nossos pecados sobre si, vir e ser acusado injustamente, vir e sentir dor, vir e ter que morrer, mas também, após tudo isto, vir ao mundo e ressuscitar com toda glória. Passou por isto mostrando que Deus, com tão grande amor, nos diz: Eu sou o Deus, que me relaciono com vocês, pois sou o Deus que tenho conhecimento de causa das aflições, dos medos e dos sofrimentos de vocês.

Mas, além disto, este versículo fala sobre salvação e assim, mais uma vez reforça o amor incondicional, pois Deus nos ama e quer nos fazer bem. Deus fez isto para dar a nós a alegria da salvação. Mas é imprescindível destacar a parte final do versículo: “para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” A salvação que aqui é apresentada como não perecer, mas ter a vida eterna, só é garantida se crermos em Jesus, aceitando-o como o nosso Salvador.

Reflita um pouco mais: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.”. Romanos 5.8.

By Juliano Costa de Souza

Caminhar bem perto de Deus.

Eu cresci em uma Igreja Presbiteriana, uma das poucas evangélicas da cidade naquele tempo. Mesmo vivendo e crescendo com pessoas evangélicas, demorei muito para perceber algumas preciosidades.
Demorei em perceber que tradição não é igreja e sim a vida comunitária e que o meu Deus não é um ser poderoso inatingível, mas o Deus poderoso encarnado e que o relacionamento com Ele faz toda a diferença. Percebi que Deus é o mesmo, mas a visão que eu tenho d’Ele pode ser bem diferente da que outros têm sobre Ele. Afirmo isto, pois, cada um tem o seu próprio modo de se relacionar com Deus. Uns com maior intensidade, outros acreditando em um ser poderoso, mas muito distante e, portanto, com menor intensidade. Afinal, é muito pouco saber coisas sobre Deus: que Ele é grande, que é eterno, que é onipotente... É muito pouco se eu não vivo isto. Não significa muito saber teorias de Deus se eu não me relacionar com Ele. Posso garantir, por exemplo, que bem mais importante para mim, é a minha mãe e o meu pai, com a simplicidade deles, que qualquer indivíduo poderosíssimo e riquíssimo. Não porque, biologicamente são meus pais, mas porque me relaciono com eles, com o indivíduo poderosíssimo, não.
Naquele tempo, me relacionava com Deus, mas tinha algo que extrapolava o respeito... Talvez o medo. Acredito que isto se deve ao fato de ter sido ensinado assim. Mas ao longo da minha história, Deus proporcionou meios para que eu pudesse conhecê-lo. Lembro-me inclusive de Jó que passou por um momento de dor e após isto conheceu profundamente o seu Deus. Uma intervenção divina foi quando convivi com adolescentes: descobri que ser um deles é a melhor maneira de estar entre eles e que brincadeiras e pegadinhas, no convívio entre eles, não é falta de respeito; é ser um deles. Isto me fez entender que Deus se encarnou, pois quis ser um de nós para caminhar com cada um de nós.
Não sei qual é a sua realidade, mas gostaria de desafiá-lo a caminhar com Jesus, a viver Jesus e ter um relacionamento profundo com Jesus, pois isto sim faz toda a diferença.

by Juliano Costa de Souza.

O seu dia pode ser diferente.

Levanta, sai de casa, encontra as mesmas pessoas, fica cansado, volta para casa, encontra tudo igual, já sem conseguir ficar com os olhos abertos só resta dormir...

Levanta e agradece a Deus, diz bom dia sol, bom dia amor, bom dia filhos, bom dia pais... Sai de casa dizendo até logo, volto já... Encontra pessoas queridas que não o deixaram na mão... Feliz por estar cansado, pois afinal, cumpriu cabalmente todas as atividades de mais um dia... Volta para casa e pela bondade de Deus, está tudo lá e nada foi mexido ou tomado... Cansado, mas muito feliz, ainda resta um pouquinho de energia para dizer: “Em paz me deito e logo pego no sono, porque, SENHOR, só tu me fazes repousar seguro.” Amém! Desejo um bom dia e depois deste uma ótima noite a todos.


Juliano Costa de Souza.

A nossa relação com o culto nos dias atuais.

A maior motivação de ir ao templo deve ser o relacionamento com Deus e com pessoas. Infelizmente, se tornou comum nos dias atuais, o relacionamento de pessoas com mercadorias. É recorrente os filhos perguntarem aos pais pelo presente antes de dar um abraço, bem como ver as pessoas se importarem mais com um objeto comprado do que com a pessoa que há muito não vê. Este mesmo conceito está presente na igreja, assim, muitos vão ao templo, a fim de adquirir algumas coisas. São verdadeiros consumidores. Com esse intuito, a primeira característica de tais consumidores é a de fazer suas pesquisas e com elas, encontrar as melhores ofertas. As ofertas se relacionam com o anseio de sanar algumas necessidades, por isso, tais consumidores procuram um local com um show musical, um pastor comediante e a resolução das causas difíceis que só se resolvem se acontecer um milagre. Infelizmente, o critério de avaliação é falho, pois tais quais as ilusórias promoções a preço de custo encontradas nos comércios de nossa cidade, estão as promessas feitas nos templos. Em troca de todo espetáculo e até em troca do milagre, nada mais justo que pagar, pois elas estão em busca deste tipo de relação. É verdade que estas pessoas ainda não entenderam o conceito de Cristo sobre igreja. Primeiramente, deve-se compreender que igreja nunca pode ser encarada como um local em que pessoas vão para se divertir, apreciar um show ou comprar algo. É preciso urgentemente entender que o culto não é um acontecimento que está no palco, ou seja, pessoas aplaudem ou não o desempenho do espetáculo.  Muito pelo contrário, qualquer acontecimento parte de cada pessoa que está naquela reunião. Ao entender isto, participaremos do culto com bem mais empenho, pois saberemos que cabe a cada um de nós a realização do mesmo; ao entender isto, ofertaremos não para comprar a benção, mas para a manutenção de todo aquele espaço que torna visível o Reino de Cristo aqui na terra e isto é extremamente importante; ao compreender isto, iremos ao culto para um relacionamento com pessoas; ao compreender isto, o nosso culto será um encontro especial com Deus a fim de adorá-lo.

By Juliano Costa de Souza.

ANIME-SE! CORAGEM! Josué 1.1-9

Quando o desânimo nos abate precisamos considerar coisas importantes: A primeira é que o desânimo pode nos destruir e pode exterminar nossos sonhos, nossa fé, nossa comunhão com pessoas e até com Deus. Em casos extremos, corremos o risco de até querer desistir da própria vida. A outra coisa que precisamos saber é que embora o desânimo tome conta de nós e cause grande transtorno em nossa vida, permanecer desanimado é uma escolha nossa. Diante disto, deixo algumas dicas para nós: 1 - Deus incentivou Josué, deixando claro que o desânimo não é algo da vontade dele, ou seja; Deus vai sempre lutar contra o nosso desânimo. Por três vezes, Deus falou para Josué ser forte e corajoso. Esta palavra de Deus a ele é importante, pois sendo ele um líder, fosse medroso e desanimado, todo o povo seria contagiado com o desânimo. Sendo assim; cuidado com o desânimo, pois é algo altamente contagioso e, portanto é transmitido de pessoa para pessoa. 2 - Sem coragem, não chegaremos a lugar algum. Assim, Deus estava afirmando para Josué que se a coragem e o ânimo não fizesse parte de sua vida, de modo algum entrariam na terra de Israel, pois um pequeno rio se torna em um imenso oceano aos olhos dos desanimados. Portanto, qualquer desânimo precisa ser extirpado de nossa vida, seja o desânimo físico causado pela falta de vitamina no organismo (neste caso faz-se necessário uma intervenção médica) ou o desânimo mental. 3 – Ligando com este último, é preciso sempre considerar sobre a necessidade de enchermos o nosso coração de coisas boas. Esperança que Deus irá intervir na causa impossível, esperança de que tudo culminará na vitória.
A palavra final é esta, anime-se e coragem, pois Deus está com você. Esta deve ser a nossa maior esperança!

by Juliano Costa de Souza.